A imagem foi tirada por uma policial em Taiwan que queria apenas registrar a natureza em seu Iphone 4. Só notou a criatura quando olhou a imagem com cuidado.
Chien Jung-tai, um especialista em processamento de fotos, disse que há a possibilidade da imagem não ser falsa e que não tenha passado qualquer tipo de manipulação digital.
Quando a fotografia apareceu no noticiário local gerou um debate entre céticos e crentes. É difícil verificar se a imagem é falsa ou verdadeira.
Gravação feita em Janeiro - 2013, no Massachusetts - EUA. A pessoa que fez o vídeo estava filmando outro avião que vinha em direção contrária quando algo passa pela frente da câmera em uma velocidade surpreendente.
ABERTURA DE ARQUIVOS SOBRE DISCOS VOADORES A QUALQUER INSTANTE!
Fonte Revista UFO.
O Ministério da Defesa se movimenta para responder à Carta de Foz do Iguaçu.
Menos de dois meses de emitida e um de protocolada em Brasília, a Carta de Foz do Iguaçu (veja em edições anteriores do blog), produzida pela Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU) e apresentada durante o IV Fórum Mundial de Ufologia, realizado pela Revista UFO em dezembro passado, em Foz do Iguaçu, começa a dar resultados.
A Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU) acaba de receber informação de que o Ministério da Defesa já tem reunião agendada para esta quinta-feira, dia 07, para dar uma resposta aos ufólogos brasileiros. Nós pedimos, por meio da Carta, abertura total e irrestrita de toda a documentação ufológica ainda secreta em posse da Aeronáutica, da Marinha e do Exército. A Carta de Foz do Iguaçu é parte da campanha UFOs: Liberdade de Informação Já, que a CBU move no país por meio da UFO, desde 2004, e que já tem oferecido excepcionais resultados. Desde 2007, a Aeronáutica já liberou mais de 4,5 mil páginas de documentos antes secretos. Mas os ufólogos querem mais e querem também que a Marinha e o Exército, que não responderam à campanha, abram seus arquivos. Veja o ofício do secretário do Ministério da Defesa Ari Matos Cardoso ao chefe de gabinete do comandante da Marinha, agendando a reunião para o dia 07 de fevereiro, esta quinta-feira, para que se defina em que bases o Governo atenderá ao pedido dos ufólogos.
ESTAMOS VIVENDO DIAS HISTÓRICOS NA UFOLOGIA BRASILEIRA!
Quando se fala em ufologia, poucos se
lembram de um dos casos mais fantásticos envolvendo supostos OVNIs e
aviões militares. Com o passar dos anos, o fato caiu no esquecimento.
Em
1948, centenas de pessoas assistiam atônitas, a perseguição de um
objeto voador não identificado por uma patrulha de caças americanos.
Infelizmente, com um desfecho trágico para o seu líder, o capitão Thomas
F. Mantell. Fato que ficou historicamente conhecido como o “Caso
Mantell”.
Thomas Mantell
No final da manhã de 07 de fevereiro de
1948, um estranho objeto foi avistado cruzando vagarosamente os céus do
estado americano de Kentucky. Por volta das 13:00, pessoas assustadas
começaram a ligar para a polícia da cidade de Marsiville, mas logo
depois começariam as ligações também para as autoridades das cidades de
Irvington e Owensboro.
Calmamente, o
estranho objeto seguia rumo ao Fort Knox, importante depósito do tesouro
americano. Por volta das 13h:15min foi detectado nos radares da Base
Aérea de Godman. Imediatamente foi dado o alarme. As 13:45, o sargento
Quinton Blackwell viu, através de binóculos, o objeto da sua torre de
observação, no Fort Knox. Duas outras testemunhas na torre também viram o
OVNI. Segundo eles, o objeto era muito branco, do tamanho de um quarto
da Lua cheia. Aparentava ter uma borda vermelha e deixava uma névoa
esverdeada em seu rastro. Ele ficou parado na região por cerca de uma
hora e meia, fazendo várias manobras.
Uma
hora depois das primeiras aparições, uma esquadrilha de quatro caças
F-51D Mustangs, da Guarda Aérea Nacional, liderados pelo experiente e
condecorado piloto de guerra, o capitão Thomas Mantell, regressava de um
rotineiro voo de exercícios na região. O controlador de terra notificou
a esquadrilha sobre a presença do estranho objeto entre as nuvens da
região. Pediu-lhes para iniciarem uma abordagem. De imediato, um dos
pilotos informou ter pouco combustível e pediu autorização para pousar.
Os demais iniciaram a perseguição.
Em
pouco tempo, conseguiram avistar o objeto, mas naquela distância era
impossível identificá-lo precisamente. Devido à altitude que atingiam
durante a perseguição, e a falta de oxigênio, os outros dois pilotos
também pediram autorização para abortar a missão. Ao atingirem 6.900
metros e com os aviões apresentando panes elétricas, os outros dois
pilotos, ambos tenentes, Albert Clemmons e Hammond, têm os seus pedidos
atendidos.
Imagem meramente ilustrativa
O capitão Mantell, um
piloto que já provara a sua bravura durante os desembarques Aliados na
Normandia durante a Segunda Guerra Mundial, decidiu continuar a
perseguição. Ele continuou subindo e se aproximando do objeto não
identificado. Pouco tempo depois, os controladores em terra ainda o
ouviram dizer excitado: “O objeto está diretamente à frente e acima de
mim agora, movendo-se a cerca de metade da minha velocidade… Ele parece
ser um objeto de metal ou, possivelmente, o reflexo do Sol em algum
objeto metálico e é de tamanho enorme… Eu ainda estou subindo… Estou
tentando me aproximar para ver melhor…”
Na
sequência, o silêncio. Eram 15:15. Para o espanto de várias testemunhas
que acompanhavam a cena, abruptamente o caça de Mantell mudava a
trajetória e iniciava um mergulho em espiral até se chocar contra o
solo. Uma hora depois, as autoridades encontram os destroços do avião
próximo a uma fazenda, ao sul da cidade de Franklin, no estado do
Tennessee. O corpo de Mantell estava decapitado. Segundo fontes não
oficiais, ele apresentava ainda uma série de perfurações minúsculas,
ferimentos totalmente incomuns em vítimas de acidentes aéreos. Seu
relógio parara às 15h18, três minutos depois do último contato com a
base. A perseguição durara quase 100 km. Meia hora depois, o OVNI foi
visto em outra região do Tennessee.
No
outro dia, jornais de todo os país noticiavam o caso em suas primeiras
páginas. Um periódico de grande circulação no estado de Kentcky chegou a
estampar uma suposta guerra interplanetária em sua capa. A manchete
dizia com letras garrafais: “O avião de Mantell foi desintegrado pelo
raio da morte dos marcianos”. Exageros à parte, a população estava
assustada.
O caso foi logo investigado pelo Projeto
Sing, um departamento recentemente criado para averiguar fenômenos
ufológicos. Mas nunca chegaram a uma conclusão definitiva.
Por
sua vez, investigadores da Força Aérea Americana inicialmente
concluíram que a causa do acidente foi o fato de Mantell ter confundido a
suposta nave com o planeta Vênus. Ao atingir uma altitude excessiva,
faleceu por anoxia (falta de oxigênio). Tal conclusão gerou indignação
entre os companheiros de Thomas Mantell, pois seria impossível um piloto
como ele, um herói de guerra, cometer tamanho erro. Questionaram também
sobre a impossibilidade de se confundir um objeto nos céus com Vênus,
dado o horário do ocorrido, sem contar o fato de que um planeta não
seria detectado pelos radares da região.
Posteriormente,
as autoridades mudaram a versão, trocando Vênus por um dos secretos
balões meteorológicos Skyhook, da Marinha Americana. Mas tal suposição
foi facilmente rebatida, já que nenhum desses balões foi lançado naquele
dia, na região. O relatório final da Força Aérea consta como
indeterminada a causa do acidente, “sendo provável uma ação externa para
a queda da aeronave”.
Ministério da Defesa do Brasil agenda reunião para discutir a liberação dos documentos secretos sobre os OVNIS!
Fonte: OvniHoje
Abaixo, o ofício emitido pelo Secretário Ari Matos Cardoso, do Ministério da Defesa, neste caso especificamente ao Chefe de Gabinete do Comandante da Marinha, agendando uma reunião para o dia 7 de fevereiro próximo, às 10h00, a fim de que seja discutida a questão da liberação dos documentos, com a participação da Marinha, do Exército e da Aeronáutica do Brasil:
Anabel Jacquin de 22 anos passeava com seu ''niño'' em Buenos Aires - ARG quando avistou este objeto e registrou. Na imagem aparece um objeto de aspecto sólido e metálico:
NASA ELIMINA IMAGENS ONDE APARECE OVNI VISITANDO A TERRA!
As imagens a seguir constavam no Blog Johnson Space Center(blog da Nasa) mas foram removidas após constantes indagações de ufólogos de todas as partes:
O primata viajou em um foguete Pishgam, que alcançou altitude de
cerca de 120 km em um voo sub-orbital antes de retornar "intacto", disse
o Ministério da Defesa.
A TV estatal iraniana mostrou imagens do macaco sendo levado ao foguete.
Os EUA e seus aliados manifestam preocupação de
que o programa espacial iraniano seja usado para desenvolver mísseis de
longo alcance.
Esse tipo de míssil poderia ser usado para carregar ogivas nucleares.
Insetos e rato
O Irã nega que esteja buscando desenvolver armas nucleares e afirma que seu programa tem fins pacíficos.
Em 2010, o país conseguiu enviar com sucesso ao espaço um rato, uma tartaruga e insetos.
Mas uma tentativa anterior de enviar um macaco, em 2011, havia fracassado.
O presidente Mahmoud Ahmadinejad anunciou em 2010 que o país planejava enviar um astronauta ao espaço até 2019.
Um satélite de fabricação doméstica foi lançado em órbita pela primeira vez em 2009.
Um interessante caso envolvendo o avistamento de um objeto voador, tripulado, sobre a cidade de Curitiba, em 1972.
Fonte: Fenomenum
Em 1972 ocorreu um interessante caso de avistamento de um tripulante de um OVNI, em Curitiba, Paraná. A testemunha deste caso, Wilma Camargo, que na época trabalhava no Moinho Curitibano, no Bairro Bacacheri, em Curitiba. Na ocasião do avistamento, Wilma substituia outra empregada do Moinho, que estava prestes à dar à luz. Ela não lembra-se ao certo a data em que o evento ocorreu, sabendo apenas que ocorreu por volta do meio dia, pois era no horário em que os funcionários saíram para almoçar. Neste momento, todos os funcionários que saíam puderam observar um objeto que pairava imóvel, poucos metros acima de uma pereira, que tinha na ocasião 5 metros de altura que encontrava-se ao lado da fábrica. Tal objeto tinha aproximadamente 2 metros de diâmetro, tendo uma base oval, com uma espécie de bico virado para baixo. Dessa parte mais estreia, saía um pequeno objeto de formato piramidal com várias arestas. Segundo a testemunha, a base do aprelho estava assentada numa formação convexa e era coroada por uma pequena cúpula.
Da parte lateral do aparelho, em seu trecho mais largo da base, havia uma pequena janela quadrada, por onde observou-se a cabeça de um tripulante. Esta observava atentamente o que ocorria logo abaixo. Segundo relatos de Dr. Wilma, tal tripulante tinha cabeça redonda de grande tamanho, tendo entre 25 e 30 cm. Seus olhos eram pequenos, redondos e próximos um ao outro. Não apresentava nariz, boca grande, com lábios muito finos e aparentemente sem queixo. Seu cabelo era muito claro e esparso. Podia-se ver ainda, um pouco do seu pescoço. O objeto permaneceu estático sobre o local por aproximadamente 5 minutos. Após isso o objeto afastou-se, desaparecendo do local. O caso foi investigado pela Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores (SBEDV), em 22 de maio de 1977, que estiveram no local onde o caso ocorreu. Um breve resumo da investigação foi publicado no Boletim da SBEDV, 126/128, de janeiro/junho de 1979.